metodologia
Nenhuma lente substitui as outras. Atlas sem estatística é narrativa. Estatística sem estrutura é ruído sem contexto. Posicionamento sem as duas anteriores é só mais uma opinião. E as três sem a quarta -- sem saber se o trader está em condições de executar -- são letra morta.
O mercado gera sua própria informação em tempo real: onde se forma o Initial Balance, onde o preço é aceito ou rejeitado (Value Area), onde o volume se concentra (POC). Isto não é um indicador -- é uma forma de ler o leilão à medida que ele acontece.
A cada sessão, a plataforma calcula IB, Value Area e POC ao vivo e os compara com o comportamento histórico do mesmo instrumento no mesmo contexto (dia da semana, tamanho do IB, sessão). A pergunta nunca é 'o que o indicador diz' -- é 'o que o preço está fazendo com a informação que já tem'.
Antes de operar um padrão, é preciso saber se esse padrão realmente existe nos dados -- não na intuição. Mais de 16 anos de histórico direto da bolsa (GLBX.MDP3), sem ajuste, com a roll rule documentada, alimentam mais de 100 tipos de relatório: gap fill (preenchimento de gap), ORB, IB por tamanho, sazonalidade, sequências, eventos macro.
A disciplina é simples e quase sempre quebrada: todo número é publicado com seu n e suas ressalvas. Uma taxa de preenchimento de 100% com n=12 não é o mesmo que 77% com n=628 -- e esta plataforma nunca deixa essa diferença se perder nas letras miúdas.
O relatório semanal da CFTC (Commitments of Traders) mostra quanto os grandes especuladores estão posicionados frente aos comerciais. Nos extremos, esse posicionamento se torna o próprio risco do mercado -- quando todo mundo já está do mesmo lado, quem sobra para empurrar o preço mais longe?
Não é um sinal de entrada por si só. É um filtro: quando a estatística e a estrutura apontam para uma direção mas o posicionamento está num extremo histórico, essa é a pergunta que você precisa fazer antes de apertar o gatilho.
As três primeiras lentes leem o mercado. Esta lê o trader. Um relatório pode dizer que um setup ganha 77% das vezes -- esse número não serve de nada se quem o executa está operando por revanche depois de duas perdas seguidas.
O Journal registra cada trade com seu estado emocional e se você seguiu ou não o plano predefinido, e cruza esses dados exatamente como qualquer outro relatório desta plataforma: com n, com ressalvas, sem enfeites. A pergunta que ele responde: em que estado você é rentável, e em qual você está perdendo antes de entrar?
da teoria à tela
O Market Profile tem fama de ser difícil de aprender sozinho -- meses de livros e cursos que nunca se convertem numa ação clara diante do gráfico. Isto é exatamente isso: cinco passos, em ordem, com a página exata que você usa em cada um.
Abra What's in Play. Só aparecem setups com uma condição ao vivo verdadeira E um relatório histórico real por trás -- se estiver vazio, hoje não há vantagem estrutural clara.
abrir What's in Play →O Initial Balance se completa às 10:30 ET. Antes disso, o viés do Screener diz 'pending' de propósito -- não é um bug, é a disciplina do Atlas: a informação é gerada pelo mercado, você não a antecipa.
ver o Screener ao vivo →O preço rompe a máxima ou a mínima do IB -- isso é um fato. Antes de operar, procure o relatório específico (IB break, gap fill, ORB) em Reports e veja o n e as ressalvas. 91% com n=40 não é o mesmo que 91% com n=600.
ver Reports →Rode o setup no Backtest Lab com Monte Carlo (o resultado depende da ordem dos trades?) e, se for avaliar uma conta de prop firm, com as regras reais dessa empresa -- drawdown, limite diário, consistência.
abrir Backtest Lab →O Journal pede o estado emocional e se você seguiu o plano em cada entrada. Com o tempo isso responde à pergunta que nenhum relatório de mercado consegue: em que estado você é rentável, e em qual você está perdendo antes de entrar?
abrir Journal →As quatro lentes vivem em um só lugar.
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